quarta-feira, 7 de março de 2012

a força da evocação

91. Se a clareza da imagem do Mestre nos leva a mais estreita cooperação com Ele, então cada concepção clara e vívida de um objeto em nosso terceiro olho torna-se mais  próximo e alcançável. Uma das condições da magia antiga era ensinar a nitidez de objetos evocados por nossa concepção interior. Se o objeto é evocado com toda a totalidade da linha e da cor, pode-se aplicá-la para a reação mais imediata, pode-se, por assim dizer, possuí-la. Sem limitações de espaço, pode-se regular e aproximar as suas possibilidades, desde os objetos mais usuais para os planetas distantes pode-se utilizar essa força. Não há nada de sobrenatural nisso, mas a duplicata torna-se aparentemente idêntica ao evocado, e um segmento vital unificador é atraído por ele. Pode-se desenvolver gradualmente essas habilidades, em objetos cotidianos, percebendo assim que, quando uma imagem nítida é criada, uma vibração peculiar trêmula ocorre, similar a uma reação magnética. Assim, ao estudar o Infinito pode abordá-lo, começando com os objetos mais usuais. (A Hierarquia, de Helena Roerich, com ensinamentos do Mestre El Morya)

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